Arcebispo de Aparecida lamenta vítimas da Covid-19 e critica queimadas

A movimentação na cidade de Aparecida, no interior de São Paulo, foi muito atípica neste feriado. Locais que costumavam ficar lotados, como a Passarela da Fé, que liga a Basílica velha ao novo santuário, ficaram praticamente vazios.

É que as celebrações da padroeira, neste 12 de outubro, foram restritas para evitar aglomerações em função da pandemia do coronavírus.

O local mais movimentado durante todo o dia foi justamente o espaço de visitação da imagem da santa e, mesmo assim, marcações no chão ajudaram os visitantes a garantir o distanciamento social.

Para circular nas áreas fechadas do templo, como a capela das velas, foi exigido o uso de máscaras. A missa solene foi celebrada também com público reduzido.

A nave principal da Basílica, que tem capacidade para receber até 35 mil fiéis, abrigou cerca de mil pessoas, e o culto foi transmitido online.

Na missa, Dom Orlando Brandes, arcebispo de Aparecida, prestou solidariedade às famílias da vítimas da pandemia de coronavírus.

No sermão, ele também criticou as queimadas que atingem o país e conclamou as pessoas a lutarem pela verdade e abandonarem as fake news.

Edição: Sumaia Villela

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