Países mantêm restrições a entrada de brasileiros

 Por Priscilla Mazenotti – Repórter da Rádio Nacional – Brasília

Em tempos de passaporte de vacina e de países flexibilizando a entrada de estrangeiros, muita gente pensa: e a situação dos brasileiros, como fica? O Itamaraty divulgou essas informações. Por enquanto, estamos assim: Na Europa, a Alemanha classifica o Brasil como “zona de variante”. Quem esteve em países com essa classificação nos últimos dez dias deve apresentar teste negativo, independentemente de já ter se vacinado. Em geral, é exigida uma quarentena de 14 dias, que pode ser flexibilizada no caso de vacinação de marcas reconhecidas pelo país. A França pede a comprovação das duas doses de vacinas autorizadas pela autoridade europeia, que são a Pfizer, Moderna, AstraZeneca e Janssen, além de uma declaração de que não tem sintomas da covid-19.

Já aqui nas Américas, o Equador exige PCR feito pelo menos 72 horas antes da viagem. No caso do Chile, depois da entrada autorizada pela embaixada, é preciso fazer quarentena de 10 dias em hotel de trânsito, ou em casa, no caso de residente no país. A Colômbia não tem mais restrições à entrada de turistas nem exige exame negativo. Ao contrário dos Estados Unidos, em que é preciso mostrar exame negativo. Já no Canadá, está proibida em geral a entrada de passageiros, com algumas exceções.

Na África do Sul, os viajantes devem apresentar teste PCR até 72 horas antes, além de uma declaração eletrônica assinada. Na China, só podem entrar chineses e pessoas com visto válido após março de 2020. E ainda é preciso obter um código de saúde a partir de determinadas exigências, como teste PCR 48 horas antes da viagem em laboratórios credenciados. Na Coreia do Sul e na Índia é preciso um exame PCR nas 72 horas antes do voo. Na Austrália, só podem entrar cidadãos do país, residentes permanentes, familiares de australianos ou residentes permanentes ou quem saiu da Nova Zelândia e ficou no país por pelo menos 14 dias.

Lembrando que essas informações são atualizadas frequentemente, com base nas informações repassadas pelas embaixadas.

Edição: Rádio Nacional/Edgard Matsuki

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

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